Hipoderme da terra – Projection, 2024

9.420,00

Parte do conjunto de obras “Hipoderme da Terra”, apresentada em exibição individual no Coletivo Amarelo.

Caixa de metal de 195 x 162.5 x 97.5 cm, com máquina de produção de vapor, projetor, sensores e controlador Raspberry. Projeção em fumo de imagem do Pico do Cauê, montanha pulverizada pelo extrativismo.

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O tríptico Hipoderme da Terra (2024) tem como ponto de partida a história da mineração no interior do Brasil e, particularmente, a violência contida no esgotamento do Pico do Cauê, em Itabira-MG, transformado em cratera. Carlos Drummond de Andrade, popularmente conhecido como o "poeta da pedra", fala do Pico do Cauê como uma "montanha pulverizada". Por seu lado, Hipoderme da Terra é um tríptico de imagem, som e texto distorcidos.

Esta obra consiste em uma longa caixa metálica sobre um plinto, que se assemelha a um vagão mineiro ou a uma velha câmara fotográfica, aonde encontramos uma fotografia do Pico do Cauê projetada sobre fumo. Técnica inspirada no trabalho da artista Rosangela Rennó, que utiliza a fumaça para borrar suas imagens, a projeção aponta para a volatilidade da memória, aqui transposta para o contexto da mineração em Itabira, no estado de Minas Gerais, Brasil. Além disso, a fumaça remete à Revolução Industrial e ao aumento da emissão de CO2 na atmosfera. Em todas as obras de Loyola, a ausência de humanos tem uma dupla função: ao mesmo tempo em que coloca em primeiro plano o tempo profundo da geologia, abre um imaginário no qual o impacto da humanidade sobre a Terra se tornou fossilizado. Neste cenário, as questões que permanecem giram em torno da nossa ancestralidade futura. Como é que a nossa relação com a Terra influencia a nossa linguagem e, por sua vez, a nossa subjetividade? E como é que esta realidade afeta o que deixamos para trás? Para quem?

Informação adicional

Dimensões (C x L x A) 195 × 162,5 × 97,5 cm
Tipo

Pigmento natural em papel PC Velvet (celulose e algodão).

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